quinta-feira, 5 de março de 2009

Àrea para Alunos em João Pessoa - PB

Olá pessoal no proximo fim de semana dias 14 e 15 de Março, está previsto rolar área de saltos para alunos ASL, lá no Aeroclub de João Pessoa.

Os intereçados entrem em contato com a equipe do O Carcará agora "SKYCARÁ PQD".

Contatos:
Marcus ou Andreza
(83) 9118-7782/8804-8069

Downplane

Esta é uma configuração rara. Acontece quando ambos os velames voam em sentido oposto e em direção ao solo. Em testes realizados verificou-se que embora seja um caso raro, podem ocorrer em casos de abertura simultânea. Nos downplanes estudados sempre envolvia “twist’, ou casos em que a bolsa do principal saia de forma irregular e o reserva já estava aberto.
Na maioria dos casos o que começou como um downplane acabou se tornando rapidamente em um side-by-side, sem qualquer interferência do pára-quedista. Nos casos em que o downplane não se desfez por si só e que o pára-quedista sentiu que não conseguiria desfazê-lo há questões quanto a que tipo de manobras o pára-quedista poderia fazer com os batoques do reserva para tentar mudar para um side-by-side. Tudo indica que este side-by-side seria a configuração mais provável em velame ainda com twist. Como não seria recomendável pousá-lo, deve-se desconectar o principal.

Pode-se supor que o motivo mais provável em uma situação deste tipo é um DAA disparado. Assim supõe-se também que o pára-quedista encontra-se a pouca altura, estando baixo, não há muito tempo para tentativas de melhorar a situação, quando o melhor é aproveitar este tempo para fazer a desconexão e procurar um bom lugar para pouso. Uma abertura simultânea requer uma avaliação rápida e uma atitude instantânea. Um downplane mergulha para o solo em uma velocidade espantosa, o melhor a fazer é desativar o Steven system (RSL), e desconectar o principal.


Conclusão: em um downplane, caso a altitude permita, desconecte o Steven system (RSL), e desconecte o velame principal.

Notícia Gringa!

Évora Capital Nacional do Pára-quedismo

Durante o mês de Março

A cidade de Évora volta ser durante o mês de Março a “Capital Nacional” do pára-quedismo com a realização, em três fins-de-semana distintos, de diversas provas, uma das quais de carácter mundial, tendo como elemento comum o Aeródromo Municipal da cidade.

Para este fim-de-semana está previsto o 30º Campeonato Nacional de VF4 e 2ª prova da 8ª Taça de Portugal, seguindo-se, a 14 e 15, o 6º Campeonato Nacional de Freefly e 2ª prova da 6ª Taça de Portugal.

As emoções fortes do pára-quedismo prosseguem depois nos dias 21 e 22 de Março, altura em que a infra-estrutura aeronáutica eborense irá ser palco do 12º Campeonato Nacional de Sky Surf e da 2ª etapa do World SkySurf Pro Tour.

Todas estas provas são organizadas pela Federação Portuguesa de Pára-quedismo, com o apoio da Câmara Municipal de Évora.

Fonte: www.jfreguesias.com

quarta-feira, 4 de março de 2009

Side-by-Side

Esta situação ocorre quando ambos os velames voam lado a lado na mesma direção. Geralmente se tocando nas laterais ou a lateral do menor encostado nas linhas laterais do maior. Em estudos realizados com side-by-side, apresenta-se resultante ao velame menor abrindo logo após o comando do velame maior. Seja o comando de um velame reserva maior comandado depois do velame principal, ou de um velame principal maior que abre depois do velame reserva menor. O resultado é sempre o mesmo, com exceção de alguns downplanes, que serão comentados mais adiante.
A referência “maior” ou “menor”, indica a altura dos velames, quando ambos estão inflados, contando o ponto de conexão dos harnes até o extradorso. Somente o comprimento das linhas, não parece ser um indicador exato da altura devido às diferenças entre fabricantes. Harness, containers e diferenças particulares entre o comprimento dos tirantes. Velames diferentes também irão apresentar variações na altura de seu bordo de ataque. Até o momento parece não haver uma fórmula que determine a altura quando suspenso por um ponto comum do harness em um velame inflado.
O que parece indispensável até aqui é que: Se o topo do bordo de ataque do velame traseiro fica abaixo do bordo de fuga do velame dianteiro, o biplano é configuração mais possível. Se o topo do bordo de ataque do velame traseiro fica na altura ou acima do bordo de fuga do velame dianteiro, o side-by-side é a configuração mais provável.
Na maioria dos casos, o side-by-side ocorrido dessa maneira pareceu ser uma configuração fácil de voar com movimentos suaves nos batoques do velame dominante (normalmente o maior), não sendo recomendado que se navegue com os quatro batoques. Em um teste deste tipo, um flare foi feito com os quatro batoques e imediatamente os velames entraram em uma configuração aonde um voava em direção contrária ao outro, o que não e nada desejável, além disso, navegar com os batoques “de fora” de cada um dos velames resultou em um downplane. Isso não é recomendado. O melhor a fazer é navegar o velame mais à frente ou o maior dominante.
O side-by-side aparentou ser suscetível à instabilidade, quando há diferença maior em tamanho e design (formato), muitas vezes, quando há muita diferença de tamanho, o velame maior voava se distanciando um pouco do menor, resultando em um biplano parcial com o velame menor atravessando por trás. É um caso de delicada estabilidade, recomenda-se muito cuidado nas manobras. Desconectar de um side-by-side que persiste em não mudar para um biplano é aparentemente seguro, desde que não haja problemas com o equipamento nem algum tipo de entrelaçamento entre os velames.
Estes testes foram realizados sem o uso de dispositivos Steven System (RSL), e isso requer atenção devido aos diferentes estilos e aplicações existentes. Um pára-quedista (piloto de teste), não se sentiu confortável ao pousar o side-by-side, com velames em alta carga alar, especialmente quando havia um velame elíptico envolvido. Em testes realizados tanto o side-by-side quanto o biplano, se mostraram dóceis e fáceis de controlar. Deve-se enfatizar que apesar dos resultados verídicos, não se pode confiar inteiramente nestas situações. Durante todos os testes os velames foram realmente postos a prova e em algumas vezes chegaram a se enroscar. Deve-se observar que manobras fortes ou inadequadas podem causar resultados indesejáveis.
Conclusão: em caso de um side-by-side que se tem controle direcional, navegue-o com manobras suaves no velame maior (dominante), se a configuração não tiver controle e caso não haja entrelaçamento entre os velames, desative o Steven system (RSL), e caso a altura permita, e libere o principal.

terça-feira, 3 de março de 2009

Feriado nessa sexta-feira dia 06/03 em PE


NOTA DE ESCLARECIMENTO
Feriado do dia 06 de março


Recife, 02/03/2009 - No próximo dia 06 de março será comemorada a Data Magna de Pernambuco.


O novo feriado, instituído pela Lei Estadual nº 13.386 de dezembro de 2007, vem gerando dúvidas desde a sua criação.


O conflito está na redação do seu art.2º, que estabelece a data como ponto facultativo no estado, enquanto a Lei Federal nº 9.093/95, define como feriado civil a data magna do estado fixada em lei. Desta forma, de acordo com o texto da lei estadual o feriado não seria estendido aos trabalhadores celetistas, mas apenas aos servidores públicos estatutários.



A Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de Pernambuco (SRTE/PE), seguindo a orientação da Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT), esclarece que neste caso a norma federal prevalece em relação à estadual, sendo assim, são atribuídos aos feriados de datas magnas a índole de feriados civis e, portanto, aplicados a todos os trabalhadores, inclusive os regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).



Então, no próximo dia 6 de março é vetado o trabalho para todos os trabalhadores, inclusive os empregados celetistas de todo território pernambucano.


Caso seja necessário o serviço no feriado, a remuneração deverá ser paga em dobro, a menos que o empregador conceda, em forma de compensação outro dia de folga, conforme prevê a Lei Federal nº 605/49.



A escolha da data marca o dia de eclosão da Revolução de 1817, episódio marcante na história de luta do povo pernambucano.



Fonte : Ministério do Trabalho e Emprego

Abertura simultânea (velames principal e reserva)

O que todos os pára-quedistas devem estar conscientes, é de que devem obedecer às alturas inerentes a sua categoria e nível técnico, pois desta forma evitarão situações como as que irei relatar

Biplano


Esta situação acontece quando ambos os velames abertos ficam um à frente do outro e voam na mesma direção (exceto em casos extremos).
O bordo de ataque do velame traseiro, menor, se encosta nas linhas direcionais do velame dianteiro.
Em estudos realizados em velames com biplano, com o principal mais alto à frente e o reserva mais baixo por trás, concluiu que esta é a configuração mais comum no comando de ambos os velames.
Este biplano em particular parece ser estável e fácil de controlar.
Observou-se nos estudos que velames com diferença de 100 pés ou superior, o resultado pode ser diferente e esta combinação foi considerada desaconselhável.
O melhor método de navegação para este tipo de biplano é permanecer com o velame traseiro freado e voando com o velame dianteiro fazendo movimentos suaves com os batoques.
Vários estudos mostram que poucas combinações são ligeiramente mais estáveis com os dois velames freados.
Porém a maioria dos relatos apresenta navegação mais sólida quando se deixa o velame traseiro freado.
Em velames compatíveis, não parece ser preciso tentar modificar a configuração de biplano para um side-by-side de modo a desconectar o principal.
Ao modificar um ou outro velame para um side-by-side, parece que é sempre necessário “brigar” um pouco para mantê-lo.
Aparentemente eles sempre tendem a voltar ao biplano, e tentar uma desconexão quando eles estão voltando ao biplano pode ser perigoso.Além disso, a relatos que ao manusear os velames para frente e para trás, entre side-by-side e biplano ou vice versa, houve ocasiões em que ambos quase que ou se enlaçaram.
Por isso, não faz sentido tentar mexer em um biplano dócil, navegável e sem maiores problemas para pousar.Pousar este tipo de biplano tem se mostrado fácil com velames grandes ou pequenos, com alta ou baixa carga alar.
Aparentemente, o melhor método é o de dar o flare normalmente com o velame dianteiro.
Entretanto, é bom notar que dar o flare em qualquer um dos velames ou em ambos, não há de fazer muito efeito: pode diminuir um pouco a descida, mais não irá ser tanto, pois a combinação dos dois provoca uma taxa de descida bastante suave.
Conhecendo-se a tendência de alunos e pára-quedistas iniciantes de dar o flare alto, nos faz acreditar que o melhor conselho é nem mesmo fazê-lo.Conclusão: em casos de biplanos, se o pára-quedista tem controle (navegação), deve deixar o velame traseiro com os freios aplicados e voar o velame da frente com movimentos suaves de batoque.
Não faça flare no pouso, mais se prepare para um rolamento lateral.

segunda-feira, 2 de março de 2009

SALTOS NOS CARNEIROS

DATA 7 e 8 de março
preço do salto: R$ 120,00 + translado proporcional (R$ 25,00 por salto com 6 decolagens - explicado abaixo)
Hospedagem: minha casa à disposição
Pegar o avião na Cucaú para saltar: Lei do Murici (cada um por si)
Condições: mínimo 6 decolagens e depósito adiantado
por favor manifestem-se aqui na lista para saber quem té dentro ou me liguem (96565609)


pessoal que poderia ajudar na equipe de terra por favor entrar em contato também.

Segue abaixo texto de decolino com o decidido na reunião e sexta-feira
> 0. Vai rolar. Vai ser massa. Vamos nessa!!!
>
> 1. O custo do salto será de R$ 120,00 (parte fixa) mais rateio de
> translado do avião (variável, de acordo com o número de saltos
> realizados). Os saltos seriam viáveis com uma quantidade mínima de 6
> decolagens (tipo 3 no sábado e 3 no Domingo). Para 6 decolagens o
> custo do translado será de R$ 25,00/salto. Ou seja, no máximo o
> salto sairá por R$ 145,00. Caso se formem mais que 6 decolagens esse
> valor será reduzido. Caso se formem menos que 6 decolagens, não
> rolará saltos nem porra nenhuma.
>
> 2. O pagamento do salto (parte fixa de R$ 120,00) deve ser realizado
> até a quarta-feira dia 04/03/09 na conta de Leopoldino. Até esse
> momento devem ter 6 decolagens fechadas e pagas para rolar os saltos.
> A partir de 05/03/09 o valor do salto (parte fixa) passa para R$
> 135,00 (para retardatários, pessoas que não tem como confirmar se
> poderão participar, etc.). O objetivo dessa diferenciação é fomentar
> a organização antecipada das decolagens.
>
> 3. Equipe de terra está a ser definida. Apoio de lancha de Romerinho
> (valeu). Apoio de terra do Bar Bora Bora (haha).
>
> 4. Vai ser show de bola. Teco, Gaveta (e outros que estarão
> ausentes), se esse rolar legal, em Abril a galera ornagiza outro para
> vocês, falou?
>
> 5. Segundo nosso presidente Dr. Cadete, que esteve nos orgãos
> competentes ontem, o Notam está ok, não será problema, e deve sair
> oficialmente no início desta semana.
>
> 6. Até o momento o translado de pqds entre Carneiros (local do pouso),
> Recife e a Usina Cucau (local das decolagens) segue a lei de Murici
> (cada um por si). Caso alguém queira organizar essa logística, tipo
> locar uma Van, Kombi, etc. Fique à vontade.
>
> 7. Cmte Elson está com a autorização da Usina Cucaú para operação do
> PP-BOU. Valeu Elson.
>
> 8. Em relação à categoria de pqd que poderá saltar, somente os sangue
> bom. Na verdade não foi possível ainda estabelecer contato com o
> Diretor Técnico Dr. Capitu (cade você? Mudou de celular?). Por
> conversas paralelas, experiências passadas, características da área de
> pouso, etc, deve rolar categoria B em diante. Mas essa definição é de
> Capitu, certo?
>
>
> Abraço, Deco.